Um pouco do que eu pretendo fazer para mim e para meus bailarinos dançarem
O Movimento Genuíno e o Sistema Laban/Bartenieff
Na busca do movimento corporal natural e singular
Manoela de Paula Ferreira
Criado entre 1950-1960 por Mary Starks Whitehouse o Movimento Genuíno, segundo Reis, “consistiu na investigação das conexões entre a psicologia junguiana, por meio da Imaginação Ativa e os símbolos e conteúdos revelados no movimento corporal” (REIS, 2008, 122). O movimento Genuíno é uma maneira de improvisação, que trabalha com as possibilidades de movimento do corpo fazendo com que ele tenha uma livre criação, estando conectado com o interno (seu corpo) e externo (espaço que o rodeia), numa relação sem fim, como no modelo Conceitual do Anel de Moebius[1].
Esta técnica busca a escuta corporal e o que esses impulsos internos tem de movimento que até então eram escondidos por movimentos vindos como resposta a agentes externos ao corpo. São utilizadas para isso nas execuções de movimento as relações entre o espaço interno (impulso corporal) e externo (corpo em movimento no e com o espaço). Nessa investigação, nada externo ao corpo que possa ser um estímulo é utilizado, permitindo assim que ele se movimente do seu modo. A ausência de música, ou qualquer forma de som (fator externo), faz com que o corpo busque nele a relação consigo e com o espaço, sem a soberania da “mente pensante”.
Do mesmo modo o sistema Laban/Bartenieff trabalha com a escuta do corpo ao nível de interação e conexão. Este sistema foi desenvolvido por Irmgard Bartenieff (discípula de Laban) com a colaboração de Warren Bamb (aluna de Laban) que se basearam nas pesquisas de Rudolf Von Laban (Bratislava 1879- Inglaterra 1958). Laban “deu início ao delineamento de uma linguagem apropriada ao movimento corporal, com aplicações teóricas, coreográficas, educativas e terapêuticas” (FERNANDES, 2001, p.9).
O Sistema Laban/Bartenieff une quatro categorias Corpo, Expressividade, Forma e Espaço, sendo Corpo, referente ao que se move, baseado nos princípios e práticas desenvolvidas por Bartenieff e sua aluna Bonnie Baibridge. Expressividade é o como nos movemos, trata-se das teorias e práticas desenvolvidas por Laban, em que as qualidades do movimento expressam a atitude interna do indivíduo com relação aos quatro fatores: fluxo, espaço, peso e tempo. Forma é o como nos movemos, refere-se a mudanças no volume do nosso corpo em movimento em relação a si mesmo e aos outros corpos. Pode ser dividido em três tipos: forma fluida, forma direcional e forma tridimensional. Espaço, desenvolvida por Laban, refere-se a onde nos movemos, é a arquitetura do espaço no movimento humano.
Segundo Reis (2008, p. 23) “originária de uma visão holística (da Educação Somática) este sistema integra o corpo do ser humano em movimento com e no espaço (interno, de seu próprio corpo e externo, no espaço dinâmico)”. Há também uma interrelação entre corpo, mente e emoções nesse ambiente de encontro entre o externo e o interno ao corpo que se vê aplicado o modelo Conceito de Moebius. É essa relação que permite que o corpo interaja com suas imagens e sensações fazendo com que o indivíduo perceba sua natureza complexa, pessoal e por isso única.
[1] Anel de Moebius ou Figura Oito ou Infinito, criada a partir da junção das duas extremidades de uma faixa, torcendo-se uma das pontas, esta figura não possui separação entre o dentro e o fora. É o que Lanan denominou de Lemniscate. Ela trabalha com a continuidade do processo do movimento sempre se entrelaçando.
Referências Bibliográficas
FERNANDES, Ciane. Cadernos Cedes, ano XXI, número 53, abril, 2001;
____________. O Corpo em Movimento. São Paulo, ANNABLUME, 2006;
GUALBERTO, Carolina, L. Signo-relé: um caminho para a percepção da dança In: LOBATO, Lúcia (org). Diálogos com Dança. Salvador, PEA, 2004;
REIS, Andréia. HIBRIDUS CORPUS: Interação e trans-formação. In: FERNANDES, Ciane e REIS, Andréia (orgs). Cadernos do GIPE-CIT. Bahia,PPGAC 2008;
terça-feira, 9 de setembro de 2008
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Uma hora vai.....
Thamy Baij
Depois de muitas indas e vindas, cá estou eu, com um bom norte estabelecido na minha pesquisa de TCC. Acho importante ressaltar aqui, o quanto o processo realmente leva a "algum lugar", mesmo que não acreditemos.
Tenho pensando e vi o quanto somos mentirosos para nós mesmos e tentamos nos esconder atrás de "falsas verdades". Falsas, porque as afirmamos apenas com o intuito de trazer algum tipo de segurança. Durante longo período me prendi a linhas, livros, músicas, procedimentos, resumos, textos, e mais textos..... quando vi, lá estava eu vivendo a dicotomia que discutimos a 4 anos. Como isso está no meu corpo? E essa pergunta martelava incessantemente. Cansei de lembrar-me das inúmeras vezes que ouvi sobre a integração do corpo, que prática não se dissocia da teoria. Mas no meio do emaranhado que eu havia criado, como defender esse discurso que parecia tão digerido na "teoria" (parece bizarro, mas é isso).
Foi necessário uma rebelião, minha - comigo mesma (se é que se pode dizer assim), para que descobertas começassem a surgir. Repeti para mim mesma: Thamy, teu corpo é o teu instrumento. Comecei a quebrar as dificuldades, estabelecer relações, sentir (verdadeiramente sentir) o que tudo que eu tinha engolido (em forma de teoria), realmente veio parar na minha movimentação. Descobri-me.
Juro, a vontade era de chorar. É bom, inexplicavelmente bom.
Nós só não podemos deixar de acreditar que o nosso tema nos leva SIM a algum lugar. Só precisamos de mais corajem, mais audácia.
Enfim, depois eu posto os caminhos que meu trabalho está trilhando. Por hora, precisava "compartilhar", apenas.
Depois de muitas indas e vindas, cá estou eu, com um bom norte estabelecido na minha pesquisa de TCC. Acho importante ressaltar aqui, o quanto o processo realmente leva a "algum lugar", mesmo que não acreditemos.
Tenho pensando e vi o quanto somos mentirosos para nós mesmos e tentamos nos esconder atrás de "falsas verdades". Falsas, porque as afirmamos apenas com o intuito de trazer algum tipo de segurança. Durante longo período me prendi a linhas, livros, músicas, procedimentos, resumos, textos, e mais textos..... quando vi, lá estava eu vivendo a dicotomia que discutimos a 4 anos. Como isso está no meu corpo? E essa pergunta martelava incessantemente. Cansei de lembrar-me das inúmeras vezes que ouvi sobre a integração do corpo, que prática não se dissocia da teoria. Mas no meio do emaranhado que eu havia criado, como defender esse discurso que parecia tão digerido na "teoria" (parece bizarro, mas é isso).
Foi necessário uma rebelião, minha - comigo mesma (se é que se pode dizer assim), para que descobertas começassem a surgir. Repeti para mim mesma: Thamy, teu corpo é o teu instrumento. Comecei a quebrar as dificuldades, estabelecer relações, sentir (verdadeiramente sentir) o que tudo que eu tinha engolido (em forma de teoria), realmente veio parar na minha movimentação. Descobri-me.
Juro, a vontade era de chorar. É bom, inexplicavelmente bom.
Nós só não podemos deixar de acreditar que o nosso tema nos leva SIM a algum lugar. Só precisamos de mais corajem, mais audácia.
Enfim, depois eu posto os caminhos que meu trabalho está trilhando. Por hora, precisava "compartilhar", apenas.
sábado, 6 de setembro de 2008
Escrever... sobre?
Por: Caroline Martins.
Por incrível que pareça eu gosto de ler e de escrever.
Sou fã de escrever cartas, escrevo melhor o que sinto para os outros do que falo, amo ler livros e poesias, adoro frases de autores famosos...passo horas pesquisando textos e sou apaixonada por letras de música!
Mas quando tenho que ler um texto sobre, sei lá, a história da Psicologia, BMC, ou qualquer assunto que não é do meu sincero interesse, fico rebelde e preguiçosa, e se tem que escrever um artigo, por exemplo, sobre algo coerente com um Blog da faculdade...num piscar de olhos as palavras fogem...
É porque eu não estou pesquisando nada? Porque nada me interessa? Claro que não!
Mas porque eu tenho um problema sério com escolhas, e nunca consigo decidir : Afinal qual é a coisa no momento que está realmente me instigando e que me dá uma louca vontade de escrever?
Eu tenho tantas coisas das quais poderia escrever...adoraria falar do meu TCC, mas ele tá sendo feito numa velocidade tão lenta e com tantas mudanças e não quero colocar nada aqui só para "encher lingüiça", e dizer "ufa, pronto, escrevi algo que tem a ver com os outros artigos daqui..."
Falaria sobre as experiências dos estágios, falaria sobre a arte, a dança, sobre tudo o que a "dança" tem de útil e é desconhecido pela maioria da sociedade, e que nós, batalhadores sabemos e é por isso que não a abandonamos e fizemos desta arte , nossa filosofia de vida. Bem , aí está uma escolha da qual eu fiz, e não tive dificuldades, na verdade as dificuldades vieram depois desta escolha...mas já aprendi nessa curta vida que toda decisão implica em riscos e conseqüências, e que tudo o que acontece de bom e ruim, faz parte...simples assim.
Por favor, me diga para fazer uma análise de um filme, de um livro, mas não me diga: Escreve aí, algo que você acha interessante pro Blog e para a comunidade artística...Eu? Ter que escolher? Ah não!! Prefiro então aqui mais uma vez escrever algo que nada tem a ver com o que todos estão acostumados a ler...e olha que essa já é minha terceira tentativa!!
"Ai Meu Deus! O Gian vai querer minha alma, a Rose então, deve me achar uma perdida..." Mas , quer saber? Outra coisa que aprendi também...devemos nos aceitar como somos e não ser aquilo que os outros esperam... mudar o que precisamos, claro, mas dentro de um tempo possível, eu passei a vida inteira ouvindo, obedecendo, executando... e vou demorar muito tempo para aprender a falar o que eu penso, a me impor e a executar coisas do jeito que seja melhor para o meu corpo...também não sou uma múmia e sei muito bem o que quero, sei onde estou e sei para onde vou, e considero isso bem importante...
Devido a fatos recentes e particulares (que misteriosa, hehe) percebi o quão frágil é a vida e também o que realmente tem valor para mim. Claro que valorizo a minha carreira, mas tudo tem seu tempo, tudo tem sua hora, sei que não estou jogando nada fora, estou aqui cumprindo tudo, observando e aprendendo, só não estou ultrapassando meus limites...e essa também é uma escolha minha no momento.
Talvez eu saiba sim fazer algumas escolhas, e creio que a faculdade faz parte desse meu árduo e demorado aprendizado...
Escolho ficar por aqui, desculpem se não é nada sobre a dança e seus paradigmas ou suas interfaces, mas enfim, como disse Thereza Rocha no seminário DANÇAR É ESQUECER do Festival de Dança de Joinville: "a dança se diz de muitas maneiras...", quem sabe essa seja a minha maneira de dizê-la quando me utilizo, não do corpo, mas de palavras ?
Escolhas...será este o assunto deste texto?
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Judith relata no capitulo"padrões de dominação: homens, mulheres e homossexualidade", sob o aspecto histórico, social e ético, os fatores que favorecem o sucessoe o reconhecimentodo homen e da mulher na dança. Traz, através de levantamentos históricos, o fato da dança ser considerada uma profissão marginal e reconhecida como de pouca importância para o cenário econômico. Tudo isso, segundo Hanna, deve-se ao fato de quem as exerce são os chamados sexo frágeis da sociedade, ou seja mulheres e homossexuais.
Hitóricamente, podemos notar que apesar da dança ter nascido sob o domínio masculino, a intervenção feminina fez com num determinado momento, sua importância decaísse em função de seus praticantes. Não apenas destes, visto que há múltiplos fatores que favorecem o acontecimento ,e a migração de mulherese homossexuais para a dança.
Dizer que a predominância de homossexuais na dança é grande, seria muita ousadia, a arte no geralproprciona que estesse "sitam" mais à vontade no meio, pois como é citado no texto, "o homossexual encontrou o meio de passar ao se identificar como sentimental e artístico mais do que simplesmente como gay. Assim, a rejeição social baseada na sexualidade é reenfocada pela justificativa da arte".
Dizer que não há homosexuais em outra profisões? É claro que há, mas não são tão evidentes como nas artes, pelo fato que já explicado. A reepreensão social e a exclusão, tornan-se massificadas quando revelados em meios profissionais de grande escalão. Apesar das tentativas históricas de se explicar o porquê, podemos dizer que mesmo sendo certo ou errado, ainda há uma falta de respeito quanto às escolhas pessoais e o não saber diferenciar enquanto profissional?
O mesmo equivale ás mulheres, a imagem obre elas aplicada como sendo frágeis e "incapazes"de realizar certas atividades e pré-destinadas a realizar outras, já está sendo um tabu quebrado, mais ainda: há um grande cominho a ser percorrido, tanto por elas como pela dança, para mudar conceitos e atitudes já impregnadas na história da humanidade.
leandro Augusto Petersen Vieira.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Um pouco dos Gestos
Os gestos que hoje utilizamos no dia-a-dia para facilitar a comunicação e para mostrar nossas diferenças culturais, foram a primeira forma de diálogo entre os seres humanos. Juntamente dos gestos, de suas formas e expressividade, está todo um significado que faz muita diferença em uma comunicação sem o uso da linguagem verbal. Conforme o homem foi evoluindo e aumentando seu intelecto, os gestos foram se transformando. Digamos que para cada 'fase' evolutiva existiam diferentes significados para os mesmos gestos.
Nos dias atuais, já não há grandes mudanças gos gestos e de seus significados, o que encontramos é apenas uma diversidade cultural, onde cada povo possui suas características distintas ,ou não, das demais.
O gesto se dá no coletivo, é na relação com alguém que ele se inicia.
Ele "auxilia" no entendimento da fala, já está integrado nela e seu significado depende da cultura de determinada região. Pode acontecer próximo ou diante de alguém, contanto que exista mais de uma pessoa. O gesto faz parte da comunicação humana.
Nos dias atuais, já não há grandes mudanças gos gestos e de seus significados, o que encontramos é apenas uma diversidade cultural, onde cada povo possui suas características distintas ,ou não, das demais.
O gesto se dá no coletivo, é na relação com alguém que ele se inicia.
Ele "auxilia" no entendimento da fala, já está integrado nela e seu significado depende da cultura de determinada região. Pode acontecer próximo ou diante de alguém, contanto que exista mais de uma pessoa. O gesto faz parte da comunicação humana.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
AULA COMPOSIÇÃO II - 11 DE SETEMBRO
A AULA DE COMPOSIÇÃO TERÁ COMO CONVIDADA A PROFESSORA E FIGURINISTA AMÁBILIS DE JESUS.
COMPAREÇAM!!!!!
COMPAREÇAM!!!!!
ENCONTROS/DISCUSSÕES SEMINÁRIOS R.D.M (temáticas, datas e horários)
EXPLORAÇÕES TEMÁTICAS: TRÂMITES COEVOLUTIVOS ENTRE CORPO E AMBIENTE
DANÇA E POLÍTICA: COREÓGRAFOS ENGAJADOS (GRUPO I)
DANÇA E GÊNERO: COREÓGRAFOS QUE DISCUTEM A SEXUALIDADE ATRAVÉS DA DANÇA (GRUPO II)
DANÇA E TECNOLOGIA: OS NOVOS CORPOS, PRÓTESES E ARTEFATOS CÊNICOS. O CORPO FORA DO CORPO. O CORPO DIGITAL (GRUPO III)
DANÇA E DEFICIÊNCIA: A INVESTIGAÇÃO EM AMBIENTES DIVERSOS (DA NÃO VISUALIDADE, DA DEFICIÊNCIA DE LOCOMOÇÃO, ETC.) (GRUPO IV)
DANÇA E PALAVRA: DO LIBRETO À PALAVRA. QUE PODE SER MÚSICA, SSUSSURO, GRITO, SILÊNCIO, ETC. (GRUPO V)
13 DE AGOSTO
- GRUPO I (DAS 7H30 ÀS 8H20)
- GRUPO II (DAS 8H20 ÀS 9H10)
20 DE AGOSTO
- GRUPO III (DAS 7H30 ÀS 8H20)
- GRUPO IV (DAS 8H20 ÀS 9H10)
27 DE AGOSTO
- GRUPO V (DAS 7H30 ÀS 8H20)
- GRUPO I (DAS 8H20 ÀS 9H10)
03 DE SETEMBRO
- GRUPO II (DAS 7H30 ÀS 8H20)
- GRUPO III (DAS 8H20 ÀS 9H10)
10 DE SETEMBRO
- GRUPO IV (DAS 7H30 ÀS 8H20)
- GRUPO V (DAS 8H20 ÀS 9H10)
17 DE SETEMBRO
- TODOS OS GRUPOS (DAS 7:30 ÀS 9:10)
- ENTREGA DOS NOVOS TEXTOS
DANÇA E POLÍTICA: COREÓGRAFOS ENGAJADOS (GRUPO I)
DANÇA E GÊNERO: COREÓGRAFOS QUE DISCUTEM A SEXUALIDADE ATRAVÉS DA DANÇA (GRUPO II)
DANÇA E TECNOLOGIA: OS NOVOS CORPOS, PRÓTESES E ARTEFATOS CÊNICOS. O CORPO FORA DO CORPO. O CORPO DIGITAL (GRUPO III)
DANÇA E DEFICIÊNCIA: A INVESTIGAÇÃO EM AMBIENTES DIVERSOS (DA NÃO VISUALIDADE, DA DEFICIÊNCIA DE LOCOMOÇÃO, ETC.) (GRUPO IV)
DANÇA E PALAVRA: DO LIBRETO À PALAVRA. QUE PODE SER MÚSICA, SSUSSURO, GRITO, SILÊNCIO, ETC. (GRUPO V)
13 DE AGOSTO
- GRUPO I (DAS 7H30 ÀS 8H20)
- GRUPO II (DAS 8H20 ÀS 9H10)
20 DE AGOSTO
- GRUPO III (DAS 7H30 ÀS 8H20)
- GRUPO IV (DAS 8H20 ÀS 9H10)
27 DE AGOSTO
- GRUPO V (DAS 7H30 ÀS 8H20)
- GRUPO I (DAS 8H20 ÀS 9H10)
03 DE SETEMBRO
- GRUPO II (DAS 7H30 ÀS 8H20)
- GRUPO III (DAS 8H20 ÀS 9H10)
10 DE SETEMBRO
- GRUPO IV (DAS 7H30 ÀS 8H20)
- GRUPO V (DAS 8H20 ÀS 9H10)
17 DE SETEMBRO
- TODOS OS GRUPOS (DAS 7:30 ÀS 9:10)
- ENTREGA DOS NOVOS TEXTOS
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