terça-feira, 30 de setembro de 2008
Mostra da FAP
Quando chegou o fim de semana eu estava muito cansada pois participei de tudo que era possível. Estava cansada sim, mas a satisfação de ver e ouvir tanta coisa boa foi muito maior.
Eu entendo que as pessoas tem que fazer escolhas, mas acho que nesse momento que estamos vivendo (final de curso, tcc e afins), é necessário sermos esponjas para absorvermos tudo que possa ser somado ao nosso trabalho de final de curso.
O último bimestre chegou.
Aquela vontade de poder voltar no tempo vai bater em todos nós, mas como ainda não podemos fazer isso, espero que TODOS nós possamos nos doar 100% nesses minutos finais dessa partida.
Clarissa Cappellari
O CORPO E A MODA
Vivemos uma atual explosão de culto ao corpo ,maximizada em nossos tempos pelas facilidades oferecidas pela medicina estética,e conseqüente elevação do status do corpo na moda.
Não é de hoje que as mulheres buscam apoio em artifícios para valorizar partes do corpo e esconder a ação do tempo sobre os mesmos. Desde a antigüidade isto já era visível,por exemplo,antes da existência do sutiã,as mulheres usavam suportes que sustentavam e erguiam os seios.Gregas e romanas,por exemplo, utilizavam um corpete de couro,pois seios grandes não eram muito apreciados em Roma.
Durante a história da moda,o corpo era desenhado pela estrutura da indumentária que o recobria,a “ditadura” da moda moldava os corpos,sempre mais severa com as formas femininas e o corpo percebido era o que se via por cima da roupa.
Na Idade Média é que surge a moda como conhecemos hoje,mostrando mais algumas partes do corpo do que outras,de acordo com a cultura do lugar e as exigências da época.
A partir da década de 60,a roupa passa a ser mais curta,mais justa,menos estruturada,deixando partes do corpo à mostra e criando uma nova relação corpo/roupa dando cada vez mais liberdade ao corpo.
Dos anos 80 até os dias atuais,são identificadas mais de uma maneira correta de vestir,os ciclos são cada vez mais curtos e as mudanças,cada vez mais rápidas.A imagem torna-se o imperativo da moda,e o que está na moda é ser jovem,magro e “sarado”.Revistas que evidenciam a boa forma se multiplicam nas bancas,o corpo torna-se mais evidente do que a roupa em si.
Chegamos na era da customização do corpo.Mulheres estão substituindo o espartilho que antes lhes conferia a forma desejada,por mudanças internas e radicais.Uma lipoescultura ou extrair um par de costelas reduz rapidamente alguns centímetros de cintura.O corpo então encontra-se,depois de séculos de sacrifícios e torturas:liberado.SERÁ?É contraditório.Nos livramos da tortura do espartilho e viramos escravas da dieta.Livres das estruturas que garantiam a silhueta da moda,não nos resta outra alternativa senão emagrecer de verdade!E aguardar a próxima tendência.
Anna Kristhine Knapp
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
DANÇA E TECNOLOGIA: LINGUAGEM HÍBRIDA LIMITA OU POSSIBILITA MÙLTIPLAS RELAÇÕES?
A minha dança é híbrida, pois o jazz agrega vários estilos que vem a somar, mas paradoxalmente, quando se trata de agregar tecnologia à dança, surpreendo-me com a resistência que tenho em utilizá-la, considerando que todo o movimento surge para a satisfação de um desejo humano, e que quando alguém dança, este desejo é o de expressar-se, comunicar aquilo que está dentro de cada um. Além do mais, a dança como manifestação artística, é efêmera, acontece uma única vez. Cada ação sempre leva a uma nova possibilidade, mas nunca retorna ao que foi realizado.
Apesar destas considerações, tenho consciência de que neste ritmo estonteante de novidades que a evolução tecnológica proporciona, a dança não pode ficar à margem.
Atualmente, o diálogo da dança com a tecnologia é inevitável. Dança é comunicação. Se antigamente entre o surgimento da linguagem e o da escrita, sucederam-se 1400 gerações, hoje, no intervalo de vida de uma mesma geração novos paradigmas tecnológicos são inventados e reinventados. A linguagem corporal também evoluiu e assume nos dias atuais uma nova tendência que passa a ser entendida como linguagem híbrida. Nessa tendência, o corpo que dança pode tanto limitar quanto possibilitar múltiplas relações.
Segundo Lévy (2003), compreender o corpo e a dança atualmente, é compreender o imaginário da cibercultura: não só a desmaterialização, mas também as possibilidades textuais, a interatividade e a circulação de informações por redes interplanetárias.
Entretanto, o filósofo Jean Baudrillard parece discordar radicalmente de Lévy ao se referir à questão da interatividade. Enquanto Lévy defende a idéia de que a imagem (corpo) perde a sua exterioridade de espetáculo, para abrir-se infinitamente à imersão, permitindo a participação da platéia(usuário) e considerando-a como co-autora da obra, Jean Baudrillard chega ao extremo de afirmar que “não existe interatividade com as máquinas (tampouco entre os homens..., e nisso consiste a ilusão da comunicação). A interface não existe. Sempre há por trás da aparente inocência da técnica, um interesse de rivalidade e dominação” (BAUDRILLARD, 2002, p. 117). Nesta mesma linha de pensamento, Erick Felinto, numa releitura de Virilo e Ken Hillis irá afirmar: “O discurso tecnocientífico, ao se manifestar como religiosidade (refere-se a Lévy e outros defensores da cibercultura) de uma época desencantada ou reedição tecnológica de credos gnósticos, faz desaparecer no horizonte do pensamento a materialidade e a corporalidade necessárias ao seu ancoramento no real”. (FELINTO, 2003, p. 60-61). Afirma ainda que “por trás das utopias acríticas e dos desejos de imaterialidade esconde-se a possibilidade de uma tirania digital, que suprimindo de seus discursos o corpo, encontra assim, novos e sutis modos de controlá-lo”.
Se para os filósofos tecnológicos positivistas a arte digital na rede ou em aplicativos de CD-Rom, procura levar ao extremo o potencial comunicativo e interativo, para Baudrillard e Virilo esta interação e trânsito fluído entre autor e receptor, esta imersão interativa do espectador anuncia não o apogeu da arte, mas a sua morte. “Quando todos se convertem em atores (pode-se por analogia considerar os coreógrafos – no caso da dança), não há mais ação. Fim da representação. Morte do espectador. Fim da ilusão estética” (BAUDRILLARD, 2002, p. 130).
Contrariando estas previsões catastróficas, Santaella afirma: “Com a entrada na era digital e virtual, o espaço real em 3D no qual o corpo se movimenta, dilata-se sob o efeito do transporte da mente pelos espaços multidimensionais da ciber-realidade. Entre esta dimensionalidade dilatada e o espaço real em 3D, o corpo torna-se uma superfície intermediática, torna-se um meio e uma mediação entre o presencial e o virtual, adquirindo ele mesmo uma nova dimensão multiplicada”. (SANTAELLA, 2004, p.74).
Percebo que esta hibridação deu origem a um novo sistema, que não é apenas corpo, tampouco se restringe à tecnologia. Esse tema mostra-se atual e questionador, no universo das práticas artísticas e corporais. Perceber como a dança, assim como outros inúmeros fenômenos artísticos, dialoga com as novas tecnologias possibilita observar modificações não só na própria arte, como também nas fronteiras que se estabelecem entre ser humano e máquina. Até que ponto isto tudo é benéfico, o tempo dirá, mas uma coisa é certa: a história nos mostra que as civilizações nunca voltaram para trás e Derrick de Kerckhove define de maneira singular o atual momento em que se dá a evolução da tecnologia. “Vivemos em estado permanente de inovação, e não é possível detê-la”.
"Quatro" em prol da SPAC

Oi gente!!
Estou aqui divulgando o espetáculo que vou dançar com mais duas alunas da FAP (Luiza e Ludmila), mais o Rafael (Professor de dançarino de Dança de salão) e dois meninos do BTG (Manuel e Igor). Dançaremos uma obra contemporânea com as Quatro Estações de Vivaldi, coreografia de Igor Vieira.
Estamos usando nossa arte para beneficiar a Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba(SPAC), a situação deste local é bem complicada, eles vivem de doações e ajudas, como a nossa!
Teremos os três dias no Regina Vogue, se conseguirmos lotar dará uma boa grana, nenhum bailarino vai ganhar cache, pelo contrário,estamos ensaiando pesado aos Sábados e Domingos inteiros desde o primeiro semestre deste ano!Mas tudo por esta ótima causa!!
Nos ajudem, vão assistir ou ao menos comprem um ingresso para colaborar!
Ajudem a divulgar também!
Tudo o que conseguimos (aluguel do teatro,figurino,gráfica,local de ensaio) foi graças à boa vontade das pessoas!
É isso!
Obrigada pela atenção!
Qualquer dúvida, falem comigo :)
Beijos!
Carolzinha Martins

Um pouco de história
Nos primórdios de raça humana a natureza era categorizada como algo indomável por seres mortais, acreditava-se aliás que os deuses manifestavam suas iras através dela e somente o caos imperava nesse sistema o qual recebe influencias de um fator externo.
A humanidade evoluiu e conseqüentemente seus conhecimentos também seguiram esse fato realizando assim descobertas das mais diversas a qual uma delas foi o domínio da natureza;conseguiam prever agora ciclos que se faziam regulares e assim eram analisados,registrados e pesquisados. Por volta do século XVIII a ciência já tinha avançado tanto nas descobertas de leis da natureza, que acreditavam já estarem muito próximo do final e o caos de antes teria dado lugar a regularidade quase incontestável de um relógio.
Só que, mais uma vez o planeta não ficou parado, vieram descobertas onde a imprevisibilidade estava presente em pesquisas dessa mesma ciência a qual queria instituir uma lei absoluta para até mesmo a natureza. A partir daí iniciou uma confusão e afrontas de pensamentos entre físicos-matemáticos tradicionais e os mais contemporâneos para a época já que estes primeiros acreditavam fielmente num caos ausente de qualquer tipo de ordem.
A nova matemática da complexidade começou no final do século XVI com Galileu Galilei, que realizava experimentos com sistemas e utilizava da linguagem matemática para formular as leis da natureza que descobriu. Galileu tinha uma visão que tendia a geometrizar todos os problemas matemáticos e a procurar respostas em termos de figuras geométricas. Vários séculos depois, filósofos islâmicos na Pérsia, desenvolveram uma forma diferente para a resolução de problemas matemáticos, a álgebra. Em uma geração mais jovem, surge René Descartes para unificar as duas abordagens diferentes: a geometria e a álgebra e com esse novo método, Galileu pôde expressar as leis da mecânica em forma algébrica, ou seja, como equações. Contudo, ambos não conseguiram encontrar uma equação que descrevesse o movimento de um corpo animado de velocidade variável, acelerado, ou desacelerado. Esse problema perturbou durante séculos matemáticos e filósofos até surgirem os Isaac Newton, o gigante da ciência, e o matemático alemão Gottfried Wilhelm Leibniz. Newton e Leibniz inventaram um novo método matemático, que é conhecido como Cálculo Diferencial, ou seja, equações envolvendo diferenciais chamadas equações diferenciais.
No final do século XIX, os cientistas desenvolveram duas diferentes ferramentas matemáticas a fim de modelar os fenômenos naturais. As equações do movimento exatas, deterministas, para sistemas simples; e as equações da termodinâmica, para sistemas complexos. Essas duas técnicas são muito diferentes entre si, mas com uma coisa em comum: ambas exibem equações lineares. As equações de Newton do movimento são apropriadas tanto para fenômenos lineares como para não-lineares. Porém equações não-lineares eram muito complexas para serem solucionadas, isto devido a natureza caótica dos fenômenos físicos associados. Isso levou os cientistas a evitarem estudar os sistemas não-lineares, como exemplo os fluxos turbulentos de ar e água.
Desde o surgimento das equações não-lineares, elas foram imediatamente linearizadas, ou seja, substituídas por aproximações lineares. Assim, em vez de descrever os fenômenos em sua plena complexidade, as equações da ciência clássica trabalharam com pequenas oscilações. Como conseqüência, a grande maioria dos cientistas acreditava que praticamente todos os fenômenos naturais poderiam ser descritos por equações lineares. Mesmo assim tais tipos de equações são uma das representações do real caos que se caracteriza por não ser uma desordem e sim um acontecimento constante constituído de lei mas que é aleatório.Ainda assim é importante ressaltar que a desordem não é uma negação da ordem,mas sua geradora, podendo ser encontrado então em meio a parte desorganizada do caos núcleos de ordem Mas, nestes últimos 30 anos, surgiu uma mudança decisiva, que é o reconhecimento de que a natureza, segundo afirma o físico inglês Ian Stewart, é “inflexivelmente não-linear”.
Os fenômenos não-lineares estão presentes em considerável parte do mundo , e também constituem um aspecto essencial de padrões de rede dos sistemas vivos. A teoria dos sistemas dinâmicos permite aos cientistas lidar com a plena complexidade dos fenômenos não-lineares. No mundo das equações lineares, pensava-se que sistemas descritos por equações simples comportar-se-iam de maneira simples, e aqueles descritos por equações complicadas se comportariam de maneira complicada, sendo cada qual proporcional. No entanto o que se observa é que a não-linearidade inclui grande parte do mundo real, onde equações deterministas simples podem produzir um comportamento inusitado. Por outro lado, comportamentos complexos e caóticos podem dar origem a estruturas ordenadas. O comportamento de sistemas caóticos não é somente aleatório, pois é constituído de um nível de ordem padronizada.
A partir disso, foram muitos os que colaboraram de diversas maneiras para os prévios conceitos desse sistema determinístico caos. Segundo Stewart, Henri Poincaré leva destaque pois foi o último dos tradicionalistas e o primeiro dos modernos se falando em físicos e matemáticos, já que explorou tudo que havia de teorias em seu tempo, inclusive as tão temidas equações diferenciais e desenvolveu uma matemática contínua - topologia.
Mas é com o estudo das convecções que Lorenz tem seu primeiro encontro com parte da teoria do caos.Por volta de 1.900,Henri Benard fez um experimento fundamental descobrindo que quando uma fina camada de liquido é aquecida a partir de baixo, pode formar células de convecção que aparentam ser favos de mel,Lorde Rayleigh derivou daí a teoria básica da convecção. Mas sempre existem mais, então em 1962 Saltzman formulou as equações para um tipo simples de convecção as quais eram sempre aproximadas,pois por existirem fatores complexos de soluções ele foi ignorando alguns deles. Dessa mesma maneira chegou a uma complexidade absurda que o obrigou a introduzir-las a um computador o qual trazia soluções irregulares,sem dúvida alguma não eram periódicas.
A maioria dos cientistas desconfiavam dessa tal máquina chamada computador e dificilmente alguém deles o tinha,mas por sorte o próximo interessado nessa investigação, Lorenz, já havia adquirido o seu e depois de eliminar toda a parte da equação a qual existia uma regularidade, reformulou-a e a introduziu em seu computador que diga se de passagem era bastante antigo em vista da tecnologia avançada dos dias atuais.
Em seu artigo ele mostra a oscilação de forma periódica nos primeiros 1.500 números ,mas essa mesma oscilação se constituía de maneira crescente e o que vem depois com certeza seria anormal;saíam de qualquer padrão e eram oscilações demasiadas violentas a ponto dele colocá-las em um gráfico x e y onde o desenho formava a imagem de aparentes dois rins artigo caos os quais em um primeiro momento se fundiam,mas Lorenz sabia que uma equação diferencial isso é impossível de se acontecer levando-o a deduzir que seriam duas lâminas muito próximas.Sim, da mesma forma que outros atratores estranhos¹ eram misteriosos,com o atrator de Lorenz não acontecia diferente,sendo este o mais conhecido e estudado quando se refere ao caos.
Era de se esperar que os metereologistas ficassem pasmos pois além disso, consegue encontrar uma organização nisso tudo ou seja, uma solução onde existe ordem e desordem atuando simultaneamente.Não satisfeito havia calculado uma equação a qual queria estudá-la, agora num período de tempo maior mas ao invés de esperar horas pelo seu computador concluir a solução, interrompeu a operação na metade anotando os números,para uma futura simples conferência e reinicio-o num novo ponto inicial. O que deveria ter acontecido era a repetição da segunda metade do processamento original, depois continuaria a partir dali.
Mas numa distração, depois de sair para beber um café notou que a máquina não estava seguindo o padrão ao qual deveria pois começava lentamente a repetir normalmente,seus números iam se divergindo até não ocorrer qualquer semelhança com que teria anotado. Estava encontrado o famoso “efeito borboleta”, ou seja, a instabilidade e imprevisibilidade de um acontecimento que se submete a alterações das condições iniciais.
“ O bater de uma única asa de borboleta hoje produz uma minúscula alteração no estado da atmosfera. Após certo tempo,o que esta efetivamente faz diverge do que teria feito, não fosse aquela alteração.Assim,ao cabo de um mês.um ciclone que teria devastado o litoral da Indonésia não acontece.Ou acontece um que não iria acontecer.”
(Stewart,1991 pp.155)
POr:Daiane Camargo.
domingo, 28 de setembro de 2008
A semana da mostra acabou...
Mas foi muito bom enquanto durou! Debates, conversas, dicas, críticas, ensaios, testes e teses... Um espaço-tempo de intercâmbios dançantes! Este ano a mostra da FAP, em um formato de simpósio, mostrou seu amadurecimento. Porém, é importante, e mais que isso, necessário, a participação dos alunos. Fiquei refletindo quando a professora Rosemeri Rocha citou um dos anos em que a mostra foi organizada apenas por alunos... Pensei em como isso seria possível de ocorrer hoje; se todos se interessam tanto pelo dia em que dançam, e tão pouco em partilhar os outros diversos momentos além do seu workshop.
Ouvi críticas em relação a como a “mostra” se “mostra”, pessoas dizendo o quão inacessível ela se organiza ao público
Mais do que se pensa, as pessoas que presenciam e participam sem necessariamente serem atuantes na área da dança, são capazes de aceitar, elaborar suas idéias, analisando aquilo que presenciam. É um grande problema se os estudantes de dança estão com maior dificuldade em receber e elaborar crítica, (que sempre acontece para ser construtiva) e a análise, principalmente de suas próprias produções! Pois se até um bêbado que comicamente (até certo ponto) adentrou a Casa Hoffmann, teve condições de expressar suas percepções a cerca do que via; concluo que o exercício da análise-crítica deva ocorrer no âmbito acadêmico com maior naturalidade.
PS* Uma semana tão intensa em carga horária e atividades, que fico triste pelos momentos em que tive que optar pelo que fazer... Não puder participar 100%. A programação de manhã, tarde e noite – qual não estamos acostumados no dia a dia Fapiano – me obrigou a fazer ESCOLHAS!
Por Carolina Camargo De Nadai


